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Jô dá adeus aos companheiros e fala em “até breve” ao Corinthians - A verdade online

Brasil

05/01/2018 às 17h19 - Atualizada em 05/01/2018 às 17h19

Jô dá adeus aos companheiros e fala em “até breve” ao Corinthians

Dorivaldo
Andradina - SP
FONTE: Gazeta Esportiva

Jô foi o artilheiro do Corinthians no Campeonato Brasileiro (Foto: Sergio Barzaghi/Gazeta Press)

O centroavante Jô compareceu ao treino do Corinthians na manhã desta sexta-feira, no CT Joaquim Grava, para despedir-se dos seus companheiros. Sem o uniforme, o novo jogador do Nagoya Grampus-JAP apareceu ao final da atividade no gramado e foi bastante festejado pelos atletas que deixavam o campo, recebendo muitos abraços e apertos de mão no que ele classificou como um “até breve” ao Alvinegro.



“Para mim, é sempre difícil falar num momento desse. Me lembro muito bem quando vim aqui nessa mesma sala para me apresentar, minha caminhada como seria, expectativa. Um ano e pouco depois, falar da minha saída. Era um momento difícil da minha carreira, consegui dar a volta por cima. É um até breve, com certeza, aqui vai ser sempre minha casa. Sentimento é de gratidão e alegria por ter retribuído a confiança que tiveram em mim”, disse o camisa 7.



Pouco antes, ele passara cerca de 15 minutos conversando com os atletas mais próximos de si, o zagueiro Balbuena, o volante Gabriel e o atacante Romero. O volante Fellipe Bastos, que dividia os quartos na concentração com o artilheiro corintiano, foi alvo até de brincadeiras. “Não vou nem conseguir dar tchau para o Jô, o Bastos vai chorar”, disse Rodriguinho. “Nem tomou água, Rodriguinho, está emocionado”, continuou Fagner.



Brincadeiras à parte, Jô manteve um tom sério a quase todo o tempo, procurando conversar com todos os profissionais que trabalham no local. Kazim, que recebeu no treino o indício de que será seu substituto no começo do ano, deu-lhe um forte abraço antes de rumar para os vestiários.



“Meu desejo sempre vai ser voltar, nunca escondi, sou corintiano mesmo. Tenho certeza que deixei as portas abertas. Quando é assim, sua volta é sempre tranquila. Aprendi muita coisa aqui. Aprendi como lidar com pessoas, ser exemplo. Cresci muito como ser humano, aprendi a respeitar mais, ser mais profissional, respeitar a profissão, que é o que me dá a condição de ter tudo. Foi o melhor ano da minha vida”, contou o avante, antes de fazer uma retrospectiva pessoal.



“Pior momento foi no começo do ano, logo após aquele pênalti perdido contra o Santo André (derrota por 2 a 0, em Itaquera). Muitos torcedores xingaram minha mulher, meu pai, minha mãe. Falei para ter paciência porque eu ia dar a volta por cima. Depois foi só alegria. O momento mais feliz foi quando concretizei meus objetivos: Paulista, Brasileiro e artilharia. Entrei para a história do clube”, avaliou a cria do Terrão, confiante na capacidade dos companheiros em repetir os feitos na próxima temporada.



“Claro que dá. Quando se trabalha e se dedica, as coisas acontecem. Lógico que, no ano passado, mão tinha pressão. Agora tem. Vou torcer muito, muito mesmo, deixou muitos amigos aqui”, concluiu Jô, que deve embarcar durante o final de semana para o Japão.


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