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Condenado por assédio sexual, vereador Waguinho pagará multa de um salário mínimo - A verdade online

Brasil

12/02/2018 às 15h51 - Atualizada em 12/02/2018 às 15h51

Condenado por assédio sexual, vereador Waguinho pagará multa de um salário mínimo

Dorivaldo
Andradina - SP
FONTE: Jornal Impacto

Vereador Waguinho

Após alegar ser vítima de uma armação e tentar se livrar de um vexame moral e até de possível cassação de mandato, o vereador e ex-presidente da Câmara de Castilho, Wagner de Souza Oliveira, o Waguinho (PV), foi condenado por assédio sexual e terá de pagar um salário mínimo por assediar uma ex-aluna de auto-escola.



No acordo firmado com a Justiça da Comarca, o parlamentar aceitou a "pena restritiva de direito em prestação pecuniária" e fará o depósito da primeira de seis parcelas de R$ 159,00, no próximo dia 10 de março, em prol ao Fundo Municipal dos Direitos da Criança e Adolescente de Nova Independência.



O assédio viralizou nas redes sociais no início de maio passado após a vítima M.C., 29 anos, publicar uma gravação feita por ela em que o vereador diz obscenidades e faz propostas sexuais durante uma aula de baliza.



Segundo a aluna, que mora em Três Lagoas (MS) e fazia aulas de instrução em Castilho, no decorrer do curso o instrutor colocou várias vezes a mão na sua perna lhe convidado a ir a um motel. Na penúltima aula, Waguinho ousou ao lhe mostrar vídeo de sexo explícito e em seguida o seu pênis.



O assédio, segundo a vítima, foi mantido na última aula quando o instrutor a convidou para fazer sexo, mas a essa altura M.C. já estava gravando as investidas no celular. Nesse dia a aluna deixou a aula e foi embora correndo.



Com medo Waguinho teria ido atrás dela, para que entrasse novamente no veículo, mas a aluna se recusou, o marido surgiu e teria repreendido o instrutor, que pediu desculpas.



ALEGAÇÕES



No período de investigações, Waguinho acusou M.C de “tentar obter alguma vantagem pessoal ou até mesmo financeira”, afirmou ter informações seguras de que ela já teria feito isso com outra pessoa da cidade e a acusou inclusive de prática de denunciação caluniosa.



O acusado afirmou inclusive que o marido de M.C. sempre acompanhou as aulas e seus colegas de trabalho são testemunhas do “respeito e consideração” que ele tinha para com a aluna durante as aulas.



Alegou inclusive que a aluna estava tentando passar no exame de carro “no grito”, “pelo fato ter reprovado várias vezes nos testes”, publicou em nota à imprensa. O eleitorado, agora, aguarda manifestação da Câmara em relação ao escândalo envolvendo o parlamentar.


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