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Começa a reconstituição da morte da pequena Emunuella - A verdade online

Cidades

08/05/2020 às 09h39 - Atualizada em 08/05/2020 às 09h39

Começa a reconstituição da morte da pequena Emunuella

Dorivaldo
Andradina - SP
FONTE: Hoje+

A Polícia Civil começou na pequena Emanuelle, tarde desta quinta-feira (7) a reconstituição da morte da pequena Emanuella, morta no último dia 24 de abril. O bebê de 1 ano e 3 meses, morreu afogada na casa da avó, no bairro Santa Cecìlia, em Andradina.



Segundo as declarações dadas à PM, os adultos estavam dormindo no momento do ocorrido. Quem encontrou o corpo da criança foi a mãe Arisla Lopes, que acordou e sentiu falta da filha dentro do quarto. Ela foi encontrada desacordada boiando na piscina.



Arisla Lopes está sendo acompanhada pelo advogado criminalista Gilvaine Ortuzal. Além da perda da filha, Arisla vive o drama, que são críticas e falsas acusações em redes sociais.



O advogado disse que em casos como este, um suposto acidente doméstico com o óbito da vítima, a perda do ente querido é a maior pena que a pessoa possa receber, e a Justiça, entendendo desta forma, extinguirá a punibilidade concedendo o perdão judicial.



Ataques



Foi publicado em rede social, Facebook, imagem de parte da certidão de óbito, onde consta a causa da morte como asfixia mecânica, sufocação direta ou indireta e a seguinte frase: “A todos que querem sabe o real motivo do falecimento da manu a quem pergunto ta ai.” Esta publicação viralizou em grupos de WhatsApp e chegou também a toda imprensa local, criando questionamentos diversos a respeito.



Quanto a declaração na certidão de óbito, Ortuzal esclarece “esta declaração na certidão de óbito não pode ser considerada como laudo conclusivo, foi instaurado um inquérito que está apurando a dinâmica dos fatos, responsabilidades e o laudo final deve ficar pronto em 30 dias, segundo a polícia. Importante informar que afogamento é uma modalidade de asfixia mecânica, e não devemos julgar ninguém, isso é função do juiz. Deixem a polícia, peritos e demais autoridades trabalharem de acordo com suas competências”.



 “Estou carregando um fardo moral e emocional muito pesado, minha princesa foi embora, era tudo que eu tinha e mais amava nesta vida, estou sofrendo muito com tudo isso, me deixem viver este momento de luto, a dor de perder um filho é muito grande, eu amo e vou amar minha Manú para sempre. Não me ataquem, não mereço, foi uma fatalidade, ninguém queria, não tenho dúvidas disso. Ela se foi...”


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